Damião Ramos Cavalcanti

Enquanto poeta morrer, a poesia haverá de viver

Textos


 
 AMORES DA ANGOLA
 
 Ela é de Benguela,
Eu vivo em Luanda,
Se anda, ela ginga;
Se ginga, ela samba.
Eu gosto da fruta,
Ela é tão doce
Tal como a cana,
Temperada à canela.

No leito das águas,
Dançam ela e a cama.
Se vou à Benguela,
Ela pede que eu fique,
Luanda me chama;
Com ela ou sem ela,
Ela diz que me ama.

 
Damião Ramos Cavalcanti
Enviado por Damião Ramos Cavalcanti em 27/01/2012
Alterado em 27/01/2012
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